quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Sporting Clube de Esmoriz surpreendido pelo Famalicão desce na classificação

O Sporting Clube de Esmoriz deixou-se surpreender, no seu reduto, diante do AC Famalicão, tendo perdido por 3-1. O Famalicão que até então se encontrava nos lugares de despromoção conseguiu um triunfo inesperado, fazendo com que o Esmoriz caísse agora para a oitava posição. A turma da Barrinha conta com 22 pontos em 15 jogos, e a luta pelo sonho de uma eventual subida de divisão parece agora definitivamente gorada. A equipa encontra-se a 14 pontos do líder Lusitânia Lourosa, e já nem sequer se encontra em prova na Taça Distrital de Aveiro, onde havia sido eliminada pelo Alba. Curiosamente, na próxima jornada do campeonato, será esse o adversário que os esmorizenses procurarão ultrapassar para recomeçar assim um ciclo mais produtivo. 



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Foto meramente exemplificativa
Site - Rádio AVFM

Bi-Silque ambiciona ter a unidade industrial mais avançada do mundo (Fonte - Notícias de Aveiro)

A empresa portuguesa, uma das principais do sector, está a investir na modernização das suas unidades fabris em Esmoriz, Ovar.
O grupo é um dos líderes mundiais no setor da comunicação visual para casa e escritório, exportando quase toda a produção.
O projeto "Bi-Silque Transformation 4.0" está em marcha para tornar "a fábrica mais avançada, a nível nacional no sector, com princípios da indústria 4.0." 
Cofinanciado no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação, prevê um investimento elegível de cerca de 3 milhões de euros, correspondendo a um incentivo FEDER de cerca de 2 milhões de euros.
Segundo a newsletter do programa COMPETE 2020, a empresa familiar fundada em 1979 pretende reforçar as suas capacidades fabris nas áreas da automação, eficiência e sustentabilidade do processo produtivo.
O  projeto" Bi-Silque Transformation 4.0" espera, ainda, alcançar melhorias na logística e na segurança e qualidade das condições trabalho.
"Este conjunto de investimentos torna-se extremamente relevante pelo crescimento exponencial e não-planeado que a Bi-Silque teve ao longo da última década", obrigando "a alguns investimentos avultados" em maquinaria industrial nas unidades onde trabalham cerca de 600 pessoas.
A empresa que vende cerca de 50 milhões de euros por ano assume que "pretende deter a unidade industrial mais avançada à escala global do setor."



Uma trapalhada que nem Rui Rio nem Esmoriz mereciam

Em primeiro lugar, é de enaltecer a qualidade das reportagens dos jornais Expresso e Observador (este último digital). Só leitores de má fé ou com uma cegueira partidária fora do comum poderão negar as evidências ali reunidas. São muitos atropelos, irregularidades que num país a sério teriam de ser melhor explicadas nos tribunais. São militantes fantasma, são dezenas de militantes a viver numa mesma casa ou a possuir o mesmo número de telemóvel, são residências que afinal não existem, enfim, uma trapalhada que até uma criança de dez anos descortinaria ao olhar para os cadernos de registos. 
Tudo isto começou, pelo menos, em 2015, aquando das eleições distritais do PSD Aveiro, em que Salvador Malheiro destronou Ulisses Pereira. Passaram-se então dois anos, e houve tempo mais que suficiente para que este imbróglio, já na altura muito falado, pudesse ter sido devidamente regularizado para não dar azo a novas polémicas. Tal não aconteceu, e os seus protagonistas não hesitaram em lançar-se em nova aventura, apoiando a candidatura de Rui Rio à liderança do PSD Nacional. Claro que os órgãos de comunicação social mais afectos à lista de Pedro Santana Lopes não pensaram duas vezes em desenterrar esta questão. E uma vez mais, Esmoriz foi notícia pelos piores motivos.
Só que desta feita, a história foi longe demais. Já não foram apenas as inscrições absurdas a serem notícia, mas também o recurso a uma carrinha de uma colectividade que foi filmada por jornalistas do Observador durante o dia do acto eleitoral. Se antes já se desconfiava de semelhantes tácticas, a gravação em flagrante desfaz quaisquer tipo de dúvidas e pode até comprometer seriamente a instituição que foi envolvida em toda esta confusão, caso venha a decorrer uma investigação posterior. A lei é clara - nenhuma colectividade pode colocar em causa a sua isenção em questões políticas. Uma coisa são apoios individuais, naturalmente legítimos, outra é colocar os meios logísticos de uma instituição, que se requer imparcial, em prol de uma eleição.
Enquanto director de campanha de Rui Rio, Salvador Malheiro já veio a público dizer que não tem nada a ver com isso, apesar de ter cumprimentado calorosamente os eleitores que saíam da carrinha. Diz que foi tudo uma iniciativa espontânea, fruto do acaso.
Apesar de o vídeo não o comprometer directamente (pelo menos, do ponto de vista penal), são tudo desculpas esfarrapadas que não convencem ninguém, ou melhor, que apenas são suficientes para os seus fervorosos apoiantes. Pelos vistos, a dita carrinha já tinha sido utilizada em eleições anteriores (existem registos fotográficos que o comprovam, disponibilizados até na página de apoio da candidatura ao actual presidente), e o edil pouco se importara com a situação e com a polémica que daí poderia advir, negligenciando a imagem e a credibilidade de uma instituição de vinte e seis anos que havia desenvolvido um bom trabalho cultural em prol da cidade de Esmoriz. E esperemos que a justiça não venha agora a cair sobre esta colectividade, porque aí sim, o vídeo já poderá ser comprometedor para esta.
Claro que os que defendem que tudo se tratou de um acto natural e normal (inscrições mais carrinha) são os mesmos que logo a seguir se desculpam que a lista concorrente cometeu o mesmo tipo de irregularidades. Ou seja, à boa maneira portuguesa, gostamos de desculpar os nossos erros com os erros dos outros, mas entretanto a nossa democracia continua doente, e nem as novas gerações da classe política parecem interessadas em proporcionar um novo advento de ética e transparência. É muito fácil recorrer a estas duas palavras, mas na prática, nada acontece.
Outros alegam que isto apenas diz respeito à família PSD, mas é mais uma inverdade que pode ser facilmente desmontada, porque ao envolver uma colectividade local e o facto de cidadãos, sem filiação partidária, terem sido incomodados nestas eleições porque as suas residências se cruzavam com os duvidosos registos dos cadernos partidários, só vem confirmar que isto tem uma amplitude bem maior que se julga.
É pena porque assim o país continuará a ser minado por interesses e influências, e não pela credibilidade.
Francisco Sá Carneiro já dizia "a política sem ética é uma vergonha", e José Saramago "o pior cego é aquele que não quer ver".



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Imagem nº 1 - A nosso ver, Rui Rio era a melhor escolha para a liderança do PSD Nacional. Apesar de tudo, foi um justo vencedor. Não é isso o que está aqui em causa, mas tudo o que aconteceu em Esmoriz.
Foto - Observador

Daniel Oliveira arrasa Salvador Malheiro


É preciso nascer duas vezes para ser mais sério do que Rio? 
(Daniel Oliveira, in Expresso Diário, 15/01/2018)


As denúncias que têm surgido sobre irregularidades eleitorais (é disso que se trata) em Ovar, envolvendo o diretor de campanha de Rui Rio, Salvador Malheiro, são um mau começo para o novo líder do PSD. Não acho que Rio tenha tido qualquer envolvimento no assunto. Aconteceu-lhe o que acontece a todos os que querem chegar à liderança dos grandes partidos: tiveram de contar com o apoio de aldrabões. Esta é uma das razões pelas quais as eleições diretas, abertas ou fechadas, nunca me convenceram. O Observador (Ver aqui), especialmente empenhado na disputa interna do PSD (Santana Lopes dava mais espaço interno ao Tea Party nacional que o jornal de José Manuel Fernandes representa), filmou tudo. Dirão, e eu suspeito que têm razão, que são assim todas as disputas internas no PSD. Mas para quem quer “limpar” o partido uma vitória “suja” não é o melhor começo.

Quando eu era dirigente do Bloco de Esquerda houve um camarada que, no meio de um debate acalorado, se saiu com esta frase vernácula: “Aqui não temos filhos da puta.” Eu não consegui deixar de o interromper: “Se não os temos é mau sinal, quer dizer que não contamos para nada.”

Em todos os comboios que podem dirigir-se ao poder entram oportunistas pouco honestos. E serão sempre os mais solícitos a ajudar aquele que apoiam a chegar ao poder por atalhos. Sempre assim foi. O currículo de grandes heróis, como Lincoln e Kennedy, está manchado com fraudes para vencer disputas eleitorais.

Só que a grande vantagem competitiva de Rio não são as suas propostas, não é um projeto para o país. A grande vantagem é a sua imagem de homem íntegro e independente do aparelho partidário. Para estreia de mandato, não podia haver pior do que isto. O problema de Rio é que, sem grandes capacidades oratórias nem grande sofisticação política, o seu único ponto forte será o seu calcanhar de Aquiles. Quem faz depender tudo do seu caráter é sempre mais escrutinado. E, nem que seja por causa dos seus colaboradores mais próximos, acaba sempre por ser tramado. Rio pode ter os seus Relvas? Cavaco estava rodeado deles e mesmo assim achava que era preciso nascer duas vezes para ser mais sério do que ele. Mas os tempos são outros.

O caso de Ovar e de Salvador Malheiro pode, no entanto, dar a Rio a oportunidade de mostrar que a promessa de “limpar” o partido não é, como por vezes parece, a ameaça de acabar com a oposição interna. Se Rio fizer deste um caso exemplar, demonstra que a moralização da vida partidária é mesmo um assunto sério para ele. Claro que isto levanta dois problemas. Ao fazê-lo reduz a legitimidade da sua própria vitória, enfraquecendo a sua posição até para essa moralização. E ao iniciar o seu mandato com um processo destes concentra ainda mais o foco da sua liderança na demanda moralizadora, tornando-se ainda mais vulnerável a este tipo de ataques. A política é tramada. E ainda mais tramada para quem tem pouca proposta política para apresentar



Daniel

Imagem nº 1 - Daniel Oliveira não poupa nas palavras no caso do caciquismo em Ovar.
Foto e Artigo de Opinião extraídos do Jornal Expresso

Polémica: Jornais Observador e Expresso denunciam caciquismo em Ovar

Na concelhia do diretor nacional de campanha de Rui Rio, militantes foram transportados em bloco por uma carrinha de associação presidida por militante do PSD. O Observador filmou tudo.

É a mais velha tática do caciquismo e era denunciada pelos quatro piscas de uma carrinha em segunda fila junto à sede do PSD em Ovar: o transporte de militantes em bloco. Este sábado, duas horas depois de as urnas abrirem para a eleição do novo líder do PSD, Salvador Malheiro, diretor nacional de campanha de Rui Rio, despedia-se de um grupo de sete militantes com beijos e abraços. Pouco depois, um homem encaminhava essas pessoas para uma Renault Traffic cinzenta que os levou a casa. A viatura é propriedade de um grupo recreativo presidido por um militante do PSD. A acompanhá-los, dois operacionais do caciquismo, um deles como motorista.

O grupo é da “secção fantasma” do PSD de Ovar, onde há casos de militantes que vivem em moradas que não existem ou outros de 17 militantes a viver na mesma casa. A rotina continuou pela tarde fora e Rui Rio — o candidato que prometeu um “banho de ética” no início da sua campanha — ganhou confortavelmente em Ovar: teve 409 votos, contra apenas 60 em Santana Lopes. Dos 792 inscritos votaram 476, uma participação de 60%.

Uma hora depois, a carrinha regressou com mais militantes e estacionou no mesmo local. Junto à porta da sede do PSD de Ovar, no 1.º esquerdo do n.º 84 da Rua Ferreira de Castro, havia uma fila para votar que vinha do primeiro andar até à porta. Apesar disso, apenas 11 minutos depois de chegarem, os militantes “transportados” estavam de volta à carrinha. O Observador seguiu então a carrinha, que percorreu cerca de 18 quilómetros até Esmoriz, onde deixou os militantes em casa. Mas não numa zona qualquer: na Avenida Infante D. Henrique, junto à Rua dos Pescadores, em Esmoriz.

Os militantes-fantasma de Ovar

É precisamente nesta avenida que existem os militantes-fantasma que já levaram a várias queixas no Conselho de Jurisdição do PSD. Segundo o Expresso denunciou este sábado, é no n.º 79 desta avenida que vivem alegadamente 17 militantes do PSD com as quotas em dia e com capacidade para votar nestas diretas. É essa a morada que consta na ficha desses 17 militantes, mas, na verdade, só ali vivem oito pessoas e nenhuma é filiada no PSD. Há ainda militantes em condições de votar que supostamente moram ali ao lado, na Rua dos Pescadores, em números de porta que não existem.

Em 2016, quando houve eleições na distrital de Aveiro, o então presidente da estrutura, Ulisses Pereira, denunciou que nessa mesma Rua dos Pescadores tinham sido inscritos 80 militantes em junho e julho de 2015 (a tempo das eleições da distrital, a 5 de março). A esses juntavam-se outros tantos na Avenida Infante D. Henrique. Nesses dois meses foram inscritos 418 militantes na Secção de Ovar, dos quais 271 pertencem à freguesia de Esmoriz (onde se incluem os tais 80). Ulisses Pereira queixava-se então, em comunicado, que existiam “fortes indícios de irregularidades graves e de viciação e até de eventual falsificação dos dados dos militantes inscritos na referida Secção de Ovar”.


Mas há mais insólitos entre estes inscritos no Verão de 2015 naquela zona piscatória: 122 pessoas partilhavam três números de telemóvel (77 com o mesmo número de telemóvel, outros 33 com outro número e outros 11 com outro número). E pior, segundo se queixava então Ulisses Pereira: “Esta situação é tanto mais preocupante do ponto de vista partidário, quanto 16 desses novos militantes, admitidos em junho e julho, em condições que se afiguram tão duvidosas, foram beneficiados (…) com a atribuição de casas por parte do município de Ovar, apenas quatro meses depois, em novembro de 2015, na operação de realojamento da Zona Prioritária da Praia de Esmoriz, quando todos sabemos que o Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Salvador Malheiro, é candidato a Presidente da Comissão Política Distrital de Aveiro, nas eleições de 5 de março”.

Facto: Malheiro acabou por ganhar as eleições e tornou-se líder distrital. Mesmo que do outro lado estivesse Ulisses Pereira com o apoio do líder parlamentar e figura cimeira do PSD de Passos Coelho, Luís Montenegro. No último ano, Malheiro começou a destoar de Passos, sendo um dos raros presidentes de distritais críticos do ex-primeiro-ministro — e acabou a ser o homem-forte de Rio na campanha. No discurso da vitória, este domingo, Salvador Malheiro recebeu o maior aplauso da noite quando Rio disse o seu nome. Maior do que quando se referiu a Francisco Pinto Balsemão ou a Pedro Passos Coelho.

Mais uma viagem de militantes em bloco

Mas voltemos à Avenida Infante Dom Henrique neste sábado, dia de diretas no PSD que opunham Rui Rio a Pedro Santana Lopes. Após largarem os militantes que acabavam de votar, os caciques entretiveram-se uns minutos a conversar na zona piscatória. Mas logo voltaram a carregar mais militantes. Desta vez, quatro mulheres. Já estava escuro, às 18h14, quando os militantes chegaram à sede. Antes de seguir para o quartel-general da noite eleitoral de Rio, o Hotel Sheraton do Porto, Salvador Malheiro continuava a operação de charme aos militantes do PSD e cumprimentava-os um a um.

Os “transportados” subiram para a sede, no primeiro andar, e, passados apenas oito minutos, regressaram e entraram na carrinha. Nesse momento, o motorista apercebeu-se da presença dos jornalistas do Observador. A carrinha ainda seguiu para deixar os militantes em casa, mas a operação acabou. A carrinha de nove lugares, sempre a mesma ao longo de toda a tarde, não voltou a aparecer — embora ainda faltasse mais de uma hora e meia para o fecho das urnas. Por cada viagem para levar e trazer militantes em bloco, foram mais de 30 quilómetros e cerca de quarenta minutos.

Carrinha é de grupo recreativo presidida por militante do PSD
Questionado pelo Observador sobre a prática de transportar militantes em bloco para ir votar, Salvador Malheiro garantiu que não sabe “como as pessoas foram transportadas” e que, se houve “transporte de pessoas, significa que as pessoas existem”. Para o presidente da câmara de Ovar e líder da distrital do PSD de Aveiro, “é natural que as pessoas se organizem para ir votar.”

Embora a carrinha cinzenta utilizada para o caciquismo não estivesse caracterizada, o Observador apurou que pertence ao Grupo de Danças e Cantares de Santa Maria de Esmoriz. Ora, esta associação — que recebe, naturalmente, apoios da autarquia — é presidida por Lino Osvaldo Jorge, militante do PSD, que aparece em eventos ao lado do próprio Salvador Malheiro e de um dos seus companheiros de partido, o presidente da junta de freguesia de Esmoriz, António Bebiano.

Sobre a carrinha, Salvador Malheiro também responde como se fosse tudo natural: “O presidente é militante do PSD, é normal que tenha ajudado a transportar pessoas”. O diretor de campanha de Rui Rio terminou a conversa com o Observador a tentar afastar suspeitas: “Qual é o problema? Agora vão dizer que isto foi viciado? Deixem isso”.

Já Lino Osvaldo Jorge, contactado pelo Observador, explicou que “o que aconteceu foi uma coisa espontânea”, que “nunca tinha acontecido” e “não devia acontecer”. O presidente da associação justifica que “avariaram uns carros” e isso é que fez com que fosse utilizada a carrinha da associação. Sobre o motorista, Lino Jorge diz que “é o senhor que tem a garagem onde é guardada a carrinha” e garante que ontem nem estava em Esmoriz e que tudo foi feito à sua “revelia.”

O Observador enviou este domingo perguntas a Rui Rio sobre o tema e atualizará este artigo caso receba respostas.

Ovar foi um dos exemplos de caciquismo espalhado pelo país. E logo na concelhia e tendo como anfitrião o diretor de campanha de Rui Rio, que sempre combateu e criticou este tipo de fenómenos dentro do partido e teve um forte papel nesse sentido quando foi secretário-geral de Marcelo Rebelo de Sousa. Em Lisboa, Rio contou com o apoio de outro importante cacique, Rodrigo Gonçalves, cujas práticas o Observador denunciou em julho de 2017 durante as eleições para a distrital de Lisboa. Mas Rio perdeu no concelho de Lisboa e no distrito, embora por pouca margem. E Rodrigo Gonçalves perdeu a disputa pela concelhia da capital.

[Veja a seguir o vídeo do Observador que mostra como foi feito o transporte em bloco de militantes]




Vídeo. Como os caciques de Ovar angariaram votos para Rio
Jornal Digital - Observador
Reportagem de Rui Antunes, João Porfírio, Rita Dinis e Miguel Santos



Excertos do Jornal Expresso















sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Esmoriz Ginásio Clube em 9º defronta Benfica

Qualificado para os quartos-de-final da Taça de Portugal e com uma nona posição no Campeonato Nacional de Voleibol, o Esmoriz Ginásio Clube irá, neste sábado, receber o Sport Lisboa e Benfica, actual segundo classificado.
Nas últimas quatro partidas, o Esmoriz Ginásio Clube venceu 2 partidas (diante de Leixões e Vitória de Guimarães, triunfos por 3-1 em sets) e foi derrotado noutros 2 jogos (perante Académica de Espinho e VC Viana, desaires por 0-3 em sets). A turma da Barrinha soma 19 pontos em 17 partidas já realizadas, encontrando-se na nona posição em igualdade pontual com a Académica de Espinho que está em oitavo.
No entanto, o calendário da segunda volta está longe de ser acessível pelo que o Esmoriz Ginásio Clube precisa de estar ao mais alto nível para conseguir um lugar entre os oito primeiros, escapando assim ao playoff de despromoção que será disputado pelos últimos classificados.



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Foto meramente exemplificativa

Pena de 15 anos e meio para homicida

O homem que assassinou a mulher à facada em Março de 2017, no prédio situado nas imediações da rotunda junto ao Intermarche de Esmoriz, conheceu finalmente a sentença conferida pelo Tribunal de Aveiro. José Fernando Costa, de 50 anos, foi condenado a quinze anos e meio. De acordo com a leitura do acórdão, os magistrados não tiveram dúvidas que o arguido agiu com "frieza de ânimo". No entanto, o arrependimento do culpado terá feito atenuar a pena, além deste não ter antecedentes criminais (provados contra si).
De acordo com o Correio da Manhã, o homem contou que, no dia do crime, a ofendida tinha discutido com o filho e consigo e pediu-lhe para a levar a casa da mãe em Espinho, mas este recusou. A mulher terá então ligado a alguém e, pouco depois, tocaram à campainha, mas ela não o deixou abrir a porta. Nessa altura, o arguido disse que começou a agredir a mulher com um bastão por suspeitar que ela o iria "trocar por outro homem". A ofendida conseguiu fugir para a marquise e foi à janela pedir ajuda, mas o arguido apareceu por trás, pegou numa faca que estava ali e atingiu-a com um golpe. A GNR chegou ao local poucos minutos após a ocorrência dos factos, tendo detido o seu autor.



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Imagem nº 1 - O autor do fatídico homicídio foi condenado a quinze anos e meio de prisão.
Foto - SIC Notícias